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Quando você ouve a palavra “mãe”, o que você lembra? Quais palavras vêm à sua mente? Proteção? Cuidado? Aconchego? Pensar nesse assunto pode trazer bons sentimentos. A expectativa de gerar um fruto do amor com seu marido e criar memórias pode ser um prazer.

Em contrapartida, talvez para você, a maternidade não traga tanta leveza e conforto, fazendo se sentir que não nasceu para isso. Em 2021, surgiram inúmeros movimentos de mães arrependidas em que várias mães expressam seu arrependimento em escolher gerar uma criança. O impressionante é que muitas mulheres se identificam com essa pauta. 

Se você também se identifica, não quero tentar convencê-la do contrário, mas incentivá-la a avaliar alguns pontos:

  • Revisite o seu passado e reflita se há algum trauma;
  • Veja se existe um medo extremo, fora do normal, no seu coração;
  • Observe se você está ouvindo as vozes certas.

Quero falar um pouco mais sobre esse último ponto. Se existem as vozes certas, também existem as erradas. E o que elas falam?

Essas vozes dizem que você deve pensar apenas em si mesma e que ser feliz e suprir seus desejos deve ser sua principal meta. Elas também dizem que você não depende de ninguém para essa tal felicidade e que, na verdade, marido e filhos atrapalhariam a sua jornada. Os movimentos feminista e pró-aborto se baseiam nessa liberdade da mulher, mas aprisionam aquelas que de fato se envolvem. Eles dizem que a maternidade é romantizada, mas romantizam as consequências do aborto. 

São muitas as opiniões sobre esse assunto, mas o único lugar em que podemos encontrar a verdade é na Palavra de Deus. E ela diz coisas diferentes sobre família:

“Deus os abençoou e lhes disse: "Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra".

“Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá. Como flechas nas mãos do guerreiro são os filhos nascidos na juventude. Como é feliz o homem que tem a sua aljava cheia deles! Não será humilhado quando enfrentar seus inimigos no tribunal.”

“Os filhos dos filhos são uma coroa para os idosos, e os pais são o orgulho dos seus filhos.”

Que lindo! Deus se alegra ao ver famílias fortalecidas Nele! Famílias que entendem o propósito de estarem juntas caminhando rumo a Eternidade. A partir de uma família estruturada, vidas são salvas, pessoas são inspiradas a andarem com Deus e sinais e maravilhas acontecem! Além disso, uma família que segue o Senhor tem a possibilidade de criar filhos que ajudem a melhorar a sociedade, sendo bons cidadãos, trabalhadores e pensadores.

A família é um meio poderoso de estabelecer o Reino de Deus na terra.

 

Claro que nem tudo são flores e existem muitos desafios na maternidade e criação dos filhos, mas o mesmo Deus que ama famílias é Aquele que capacita o homem e a mulher para serem bons pais.

Jesus diz que podemos nos achegar a Ele quando estivermos cansados e sobrecarregados e que o fardo Dele é leve (cf. Mateus 11.28-30), e o que está escrito na Bíblia é verdade! Precisamos aprender a desfrutar da vida, mesmo com as crises ao longo da jornada. Que nosso descanso esteja Nele!

Aprender a descansar nos braços do Pai é uma tarefa para todas nós. Para as que já são mães, para as que têm medo da maternidade e também para aquelas que desejam ser mães, mas ainda não conseguiram realizar esse sonho. Em seu livro “Enquanto Isso”, Fernanda Witwytzky fala com muita graça sobre esse processo de espera e os aprendizados profundos que ela teve nessa fase da vida.

Não há como falar de espera sem falar daquilo que acontece no nosso espírito. É por meio dele que nos mantemos firmes quando temos esperança de que algo que ansiamos vai acontecer. Mas, isso exige que creiamos que Alguém além da nossa humanidade está tomando conta de tudo.”

Temos de nos lembrar que não somos deste mundo e renovar a nossa mente todos os dias a fim de entender aquilo que Deus tem para nós (cf. Romanos 12.2) e as mudanças que Ele deseja realizar em nossos corações.

Que nós não deixemos o mundo ditar o nosso futuro, mas que seja Deus o dono dos nossos dias.

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