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Você já parou para pensar no que significa adoração?

Nós nos acostumamos a ir às reuniões da igreja, levantar as mãos e fechar os olhos. Postamos fotos da ceia, mas nem sempre refletimos sobre o sacrifício de Jesus. Nosso feed do Instagram é cheio de músicas e textos sobre Deus, mas nem todos foram escritos no Secreto.

Chamamos tudo isso de adoração, sem entendermos a profundidade dessa palavra.

“O amor é a única coisa que qualifica a adoração. O amor é a única coisa que realmente carrega essa unção. O amor é a única autoridade que temos. O amor é a única diferença entre uma música e um gongo soando. O amor é a única coisa que determina se nossa vida e nosso som terão um significado, longevidade e propósito na Terra e no Céu.”

 

Ah, o amor. A palavra que define a nossa adoração. Amamos tantas coisas, que às vezes nos esquecemos de amar o Senhor de todo o coração, e de toda a alma, e de todas as forças, e de todo o entendimento (Lucas 10:27). Não O colocamos como centro e, em Seu lugar, colocamos outras coisas, como status, arte e reconhecimento.

É fácil nos acostumarmos com a liturgia dos cultos. Sabemos o que fazer no domingo. Porém, quando a semana começa, temos dificuldade em sermos constantes nos devocionais, em vivermos em paz com quem mora com a gente e em estarmos sensíveis ao Espírito Santo.

A adoração está em todas as nossas atitudes. Está no dia a dia. Ao levantar e ao deitar. Está nas nossas conversas mais sinceras com Deus, nas orações feitas no profundo da nossa alma. A adoração não é apenas uma canção ou determinadas atitudes. Ela começa no íntimo e flui para fora. Quando entendemos quem Deus é, a sua grandeza, e decidimos servi-lo com todo o coração, é impossível não exalarmos essa adoração.

Então, está na hora de reavaliarmos a essência da nossa adoração e nos fazermos algumas perguntas:

  • Ainda sinto a fome que sentia quando primeiro conheci a Cristo?
  • Sinto mais prazer no meu Secreto ou no púlpito quando eu ministro?
  • Percebo que Deus tem mais para mim e que eu preciso aprofundar meu relacionamento com Ele?

São perguntas difíceis, não é mesmo? Porém, o mais importante é ter consciência da nossa necessidade de mudança. Depois, precisamos nos lembrar que Deus deseja a nossa amizade e tem muitos segredos para nos contar. Ele tem um propósito para cada um e quer muito te revelar o seu! Ele quer nos ensinar a viver em plenitude de vida, vencendo as guerras enquanto o adoramos, sendo libertos dos pecados e dos medos. 

Nós nascemos para adorá-lo, para entregar mais do que apenas uma canção, para dar a Ele uma vida de oração, leitura bíblica, canções sinceras e conversas profundas. Nós nascemos para entender a nossa identidade de filhos do Criador, do Rei, do nosso Pai.

Que nós possamos voltar à simplicidade e sempre nos lembrar do motivo da nossa adoração, da razão pela qual falamos o que falamos e servimos como servimos. Que nossos corações compreendam a soberania do Senhor e nossas mentes não cansem de conhecê-lo. 

Que o amor por pregar, cantar e exercer nosso ministério venha da constatação do grande amor de Deus por nós e da sua infinita bondade e que a nossa adoração mostre essas verdades ao mundo, afinal, a natureza aguarda, com grande expectativa, que os filhos de Deus sejam revelados (cf. Romanos 8:19).

“Enquanto tudo é chacoalhado, temos uma oportunidade preciosa de nos arrependermos e voltarmos ao Senhor; de retomarmos o manto da pureza e, ao passo que regressamos e descansamos, descobrirmos as novidades que Ele deseja fazer em nós e através de nós.” – Jeremy Riddle, De volta à essência.

Se você se interessa por esse tema e sente que precisa entendê-lo melhor, temos uma dica de livro: De volta à essência, escrito pelo cantor e compositor, Jeremy Riddle.

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